Prenda a sua língua. O silêncio vale ouro!

agosto 22, 2011 às 3:01 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.


Algum tempo depois descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.


No tribunal, o homem disse ao juiz:


– Comentários não causam tanto mal…


E o juiz respondeu:


– Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!


O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: – Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!


– Não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem – O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!


Ao que o juiz respondeu:


– Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!


MORAL DA HISTÓRIA:


Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

Anúncios

A sua paz interior depende exclusivamente de você

agosto 4, 2011 às 5:55 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá- lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.Durante horas fez tudo para provocá- lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo- se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou: Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? – A quem tentou entregá- lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma.

O homem feliz (Parábola)

janeiro 13, 2011 às 2:10 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

Narra antiga lenda, que certa vez um rei adoeceu gravemente e à medida que o tempo passava seu estado piorava.Os médicos tentaram de tudo, mas nada parecia funcionar. Estavam a ponto de perder a esperança quando a velha criada falou:Eu sei uma forma de salvar o rei. Se vocês puderem encontrar um homem feliz, tirar-lhe a camisa e vesti-la no rei, ele se recuperará. Ao ouvir tal afirmativa, o rei enviou seus mensageiros a todos os cantos do reino a procura de um homem feliz. Eles cavalgaram por todos os lugares e não encontraram um homem feliz.Ninguém estava satisfeito; todos tinham uma queixa a fazer.“Aquele alfaiate estúpido fez as calças muito curtas! Ouviram um homem rico dizer.” “A comida está péssima, este cozinheiro não consegue fazer nada direito! Outro reclamava.” “O que há de errado com os nossos filhos? Resmungava um pai insatisfeito.” “O teto está vazando!” “A situação financeira está péssima” “Será que o Rei não pode dar um jeito nessa situação?” Essas e outras tantas queixas eram o que os mensageiros do rei ouviram por onde passaram. Se um homem era rico, não tinha o bastante; se não era rico, era culpa de alguém. Enfim, naquele reino todos tinham algo do que reclamar. O rei já tinha perdido a esperança de ficar bom, quando numa noite, seu filho cavalgava pelos campos e, ao passar perto de uma cabana ouviu alguém dizer: Obrigado Senhor! Concluí meu trabalho diário e ajudei meu semelhante. Comi meu alimento, e agora posso deitar-me e dormir em paz. O  que mais poderia desejar, Senhor? O príncipe exultou de felicidade por ter, finalmente, encontrado um homem feliz. Retornou e mandou que seus homens fossem até lá e levassem a camisa do homem ao rei e lhe pagassem o quanto pedisse. Mas quando os mensageiros do rei entraram na cabana para despir  a camisa do homem feliz, descobriram que ele era tão pobre que sequer possuía uma camisa. A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte !

Aquietar o coração, para ouvir o sussurro de Deus.

outubro 26, 2010 às 12:38 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

Conta-se que um amigo levou um indio para passear na Cidade grande. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o rítmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, automóveis, as pessoas falando em voz alta.

De repente o índio falou : “ouça…um grilo !”

O amigo espantado retrucou : “Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!” O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas.Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto. Como ? perguntou o amigo, ainda sem crer .

O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. Quando elas cairam e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou : – Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com esse tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão, porque foram condicionadas a reagirem a esse tipo de estímulo. Depois arrematou : A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir.

Por isso, devemos sempre aquietar o coração e nos deixar tocar pelo Eterno, para que possamos ouvir o

” Sussurro de Deus !”

Marcas de amor (para refletir)

junho 4, 2010 às 7:38 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário
Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio. A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com ele, para que ele fosse o primeiro a entrar e o último a sair.Desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás. O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ. A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar: – Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: – Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade… A turma estava em silencio atenta a tudo . O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida. Silêncio total em sala. -… Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente… Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar: – “Minha filhinha está lá dentro!” Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha… Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito… Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto… A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR. Vários alunos choravam, sem saber o que dizer ou fazer, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se. Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZES. Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações. Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES.. Essas também são marcas de AMOR. Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo. Nunca se esqueça disso! “Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta.”

A loja de Deus

maio 20, 2010 às 9:05 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário
A loja de Deus Entrei e vi um Anjo no balcão. Maravilhado, disse-lhe: – Santo Anjo do Senhor, o que vendes ? Respondeu-me: — Todos os dons de Deus. Perguntei: – Custa muito? Respondeu-me: – Não, é tudo de graça. Contemplei a loja e vi jarros com sabedoria, vidros com fé, pacotes com esperança, caixinhas com salvação, potes com amor. Tomei coragem e pedi: – Por favor, Santo Anjo, quero muito amor, todo o perdão, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para minha família também. Então o Anjo do Senhor preparou-me um pequeno embrulho, tão pequeno, que cabia na palma da minha mão. Maravilhado, mais uma vez, disse-lhe: – É possível tudo estar aqui ?  – O Anjo respondeu-me sorrindo: – Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos. Apenas sementes.

Qual é o peso da sua cruz?

março 22, 2010 às 7:59 pm | Publicado em Mensagem, Parábolas | Deixe um comentário

  

    

   

  

Nada nesta vida é por acaso !
Muitas vezes queremos nos livrar da “cruz” que nos é dada.
Mas para tudo tem um ‘para quê’ e um ‘por que’… Deus nunca nos manda algo que não possamos suportar…

A Serpente e o Vaga-Lume

março 17, 2010 às 6:44 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário
 
 
 Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada…. No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra: – Posso lhe fazer uma pergunta? – Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.
– Pertenço a sua cadeia alimentar?
– Não.
– Eu te fiz algum mal?
– Não.
– Então, por que você quer acabar comigo?
– Porque não suporto ver você brilhar!

“Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar

O Lenhador e a Raposa

março 8, 2010 às 6:57 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário
 
 Um lenhador acordava às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era confiável e, quando sentisse fome, comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: – Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai comer seu filho! Um dia o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou em casa e viu a raposa sorrindo como sempre, mas com sua boca totalmente ensaguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou o machado na cabeça da raposa. Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranquilamente e, ao lado do berço, uma cobra morta. Controlar nossos impulsos assegura serenidade e razão às nossas decisões.

Amigos, sempre amigos em todas ás horas.(parábola)

março 3, 2010 às 8:38 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

 

 UM HOMEM, SEU CAVALO E SEU CÃO CAMINHAVAM POR UMA ESTRADA.
DEPOIS DE MUITO CAMINHAR, ESSE HOMEM SE DEU CONTA DE QUE ELE, SEU CAVALO E SEU CÃO HAVIAM MORRIDO NUM ACIDENTE.
A CAMINHADA ERA MUITO LONGA, MORRO ACIMA, O SOL ERA FORTE E ELES FICARAM SUADOS E COM MUITA SEDE.
PRECISAVAM DESESPERADAMENTE DE ÁGUA.
NUMA CURVA DO CAMINHO, AVISTARAM UM PORTÃO MAGNÍFICO, TODO DE MÁRMORE, QUE CONDUZIA A UMA PRAÇA CALÇADA COM BLOCOS DE OURO, NO CENTRO DA QUAL HAVIA UMA FONTE DE ONDE JORRAVA ÁGUA CRISTALINA.
O CAMINHANTE DIRIGIU-SE AO HOMEM QUE NUMA GUARITA, GUARDAVA A ENTRADA.
* BOM DIA, DISSE ELE.
* BOM DIA, RESPONDEU O HOMEM.
* QUE LUGAR É ESTE, TÃO LINDO? (PERGUNTOU.)
* ISTO AQUI É O CÉU, FOI A RESPOSTA..
* QUE BOM QUE NÓS CHEGAMOS AO CÉU, ESTAMOS COM MUITA SEDE, DISSE O HOMEM.
* O SENHOR PODE ENTRAR E BEBER ÁGUA À VONTADE, DISSE O GUARDA, INDICANDO-LHE A FONTE.
* MEU CAVALO E MEU CACHORRO TAMBÉM ESTÃO COM SEDE.
* LAMENTO MUITO – DISSE O GUARDA.
AQUI NÃO SE PERMITE A ENTRADA DE ANIMAIS.
O HOMEM FICOU MUITO DESAPONTADO PORQUE SUA SEDE ERA GRANDE.
MAS ELE NÃO BEBERIA DEIXANDO SEUS AMIGOS COM SEDE.
ASSIM, PROSSEGUIU SEU CAMINHO.
DEPOIS DE MUITO CAMINHAREM MORRO ACIMA, COM SEDE E CANSAÇO MULTIPLICADOS, ELE CHEGOU A UM SÍTIO, CUJA ENTRADA ERA MARCADA POR UMA PORTEIRA VELHA SEMI-ABERTA.A PORTEIRA SE ABRIA PARA UM CAMINHO DE TERRA, COM ÁRVORES DOS DOIS LADOS QUE LHE FAZIAM SOMBRA.
À SOMBRA DE UMA DAS ÁRVORES, UM HOMEM ESTAVA DEITADO, CABEÇA COBERTA COM UM CHAPÉU, PARECIA QUE ESTAVA DORMINDO:
* BOM DIA, DISSE O CAMINHANTE.
* BOM DIA, DISSE O HOMEM.
* ESTAMOS COM MUITA SEDE, EU, MEU CAVALO E MEU CACHORRO.
* HÁ UMA FONTE NAQUELAS PEDRAS, DISSE O HOMEM, INDICANDO O LUGAR.
PODEM BEBER À VONTADE.
O HOMEM, O CAVALO E O CACHORRO FORAM ATÉ A FONTE E MATARAM A SEDE.
* MUITO OBRIGADO, ELE DISSE AO SAIR.
* VOLTEM QUANDO QUISEREM, RESPONDEU O HOMEM.
*A PROPÓSITO, DISSE O CAMINHANTE, QUAL É O NOME DESTE LUGAR?
*CÉU, RESPONDEU O HOMEM.
*CÉU? MAS O HOMEM NA GUARITA AO LADO DO PORTÃO DE MÁRMORE DISSE QUE LÁ ERA O CÉU!
*AQUILO NÃO É O CÉU, AQUILO É O INFERNO.
O CAMINHANTE FICOU PERPLEXO.
* MAS ENTÃO, DISSE ELE, ESSA INFORMAÇÃO FALSA DEVE CAUSAR GRANDES CONFUSÕES.
* DE FORMA NENHUMA, RESPONDEU O HOMEM.
NA VERDADE, ELES NOS FAZEM UM GRANDE FAVOR
PORQUE LÁ FICAM AQUELES QUE SÃO CAPAZES DE ABANDONAR ATÉ SEUS MELHORES AMIGOS…

Boas coisas, boas lembranças até que um dia elas se apaguem.

fevereiro 10, 2010 às 4:33 pm | Publicado em Curiosidades, Parábolas | Deixe um comentário

 Um grupo de amigos de 40 anos discutiam para escolher o restaurante onde iriam jantar. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as empregadas usavam mini-saias e blusas muito decotadas.10 anos mais tarde, aos 50 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa e havia uma óptima selecção de vinhos.10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante.Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque ali podiam comer em paz e sossego e havia sala de fumadores.10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador. 10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca tinham ido lá.

A loja de Deus.

janeiro 12, 2010 às 6:31 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

Entrei e vi um Anjo no balcão. Maravilhado, disse-lhe: – Santo Anjo do Senhor, o que vendes ?

Respondeu-me: — Todos os dons de Deus.

Perguntei: – Custa muito?

Respondeu-me: – Não, é tudo de graça. Contemplei a loja e vi jarros com sabedoria, vidros com fé, pacotes com esperança, caixinhas com salvação, potes com amor. Tomei coragem e pedi:

– Por favor, Santo Anjo, quero muito amor, todo o perdão, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para minha família também.

Então o Anjo do Senhor preparou-me um pequeno embrulho, tão pequeno, que cabia na palma da minha mão.

Maravilhado, mais uma vez, disse-lhe:

–          É possível tudo estar aqui ?

–           O Anjo respondeu-me sorrindo:

–     Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos. Apenas sementes.

O barbeiro

janeiro 4, 2010 às 12:16 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

Um senhor estava no barbeiro cortando os cabelos e fazendo a barba. Enquanto isso conversava com o barbeiro e falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não  aguentou e falou:  – Deixa disso, meu caro, Deus não existe  – Por quê  – Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome !!!  Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar !!! – Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é   – Sim, claro !!! O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro: – Sabe de uma coisa  – Não acredito em barbeiros !!! – Como ? – Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas !!! – Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim !!! – Entendeu agora.

O Sol e o Vento.

dezembro 20, 2009 às 12:25 pm | Publicado em Parábolas | Deixe um comentário

O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte. O vento disse: Provarei que sou mais forte. Vê aquela mulher lá embaixo com um lenço azul no pescoço? Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você. O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem. O vento começou a soprar até se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais a mulher segurava o lenço junto a si. Finalmente o vento se acalmou-se e desistiu de soprar. Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para mulher. Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço. O sol disse ao vento: Lembre-se disso: A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força.


Entries e comentários feeds.