Gilberto Freyre (Flash Memory)

setembro 2, 2011 às 6:17 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Gilberto Freyre preferiu usar histórias pessoais, de manuscritos oficiais e pessoais ao invés dos já conhecidos acontecimentos para revolucionar a historiografia nacional. Nascido em Recife (PE), se interessou desde cedo pela literatura, mas se fazia notar pelas habilidades nos desenhos. Formado em artes e ciências sociais nos EUA, retornou ao Recife em 1924, mas acabou exilado após a Revolução de 1930. Voltaria ao país para finalizar a obra que o consagraria internacionalmente, “Casa-Grande e Senzala” (1933), onde dissertaria, com indianismos e africanismos, as fundações do Brasil pelo patriarcalismo dos tempos de colônia. Combatente feroz do racismo, o antropólogo, sociólogo, jornalista, entre outros atributos, morreu na Recife natal, em 1987.

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Henfil ( Flash Memory)

agosto 30, 2011 às 5:53 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Henrique de Souza Filho, conhecido como Henfil, foi um famoso desenhista, jornalista e escritor brasileiro. Trabalhou como jornalista e, no início da década de 1960, especializou-se em ilustração e produção de histórias em quadrinhos. Os desenhos de Henfil tinham um traço agressivo, inacabado – mas, ao mesmo tempo, transparente, com idéia de movimento. Como a maior parte de sua carreira foi dentro do regime militar brasileiro, seus desenhos defendiam um engajamento político contra a ditadura, mas com humor e personagens tipicamente brasileiras, como Os Fradinhos, Capitão Zeferino, Graúna e Bode Orelana. Em 1965, começou a fazer caricatura política para o “Diário de Minas”. Em 1967, colaborou com as revistas “Visão”, “Realidade”, “Placar” e “O Cruzeiro”. A partir de 1969, fixou-se em  “O Pasquim” e no “Jornal do Brasil” – nesses veículos, seus personagens atingiram  grande popularidade. Na década de 1970, mudou-se para Nova York para um tratamento de saúde – Henfil, assim como o irmão Betinho, era hemofílico – mas logo retornou ao Brasil.
Devido a uma transfusão de sangue em um  hospital público durante o tratamento da hemofilia no Brasil, contraiu Aids e faleceu em 1988, em decorrência da doença.      

Marcelo Fromer (Flash Memory)

agosto 19, 2011 às 5:37 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Integrante de uma das bandas mais influentes do rock brasileiro dos últimos 30 anos, o guitarrista Marcelo Fromer era uma das muitas cabeças pensantes dos Titãs. A influência da Tropicália fez com que ele se interessasse em fazer música, ainda adolescente. E teve sua primeira experiência no mundo do rock com a banda Trio Mamão e as Mamonetes (da qual faziam parte seus parceiros de Titãs Branco Melo e Tony Belloto). Ao fazer parte da criação titânica definitiva, Fromer não se destacaria apenas pelos acordes. Assim como os aclamados Arnaldo Antunes e Nando Reis, também ajudou a compor alguns dos maiores hits do grupo, como “Sonifera Ilha” (do álbum Titãs, 1984), “AA UU” e “Homem Primata” (do álbum Cabeça Dinossauro, 1986). Em 2001, foi atropelado por um a moto, enquanto fazia cooper em São Paulo. Depois de um coma profundo de dois dias, acabou não resistindo aos ferimentos.

Clara Nunes (Flash Memory)

agosto 17, 2011 às 8:16 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, conhecida como Clara Nunes, foi uma cantora brasileira, considerada uma das maiores intérpretes do país. Pesquisadora da música popular brasileira, de seus ritmos e de seu folclore, Clara também viajou várias vezes para a África, representando o Brasil. Conhecedora das danças e das tradições afro-brasileiras, ela se converteu à umbanda. Clara Nunes seria uma das cantoras que mais gravaria canções dos compositores da Portela, sua escola do coração. Também foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, derrubando um tabu segundo o qual mulheres não vendiam disco. Mineira de Paraopeba, trabalhou como tecelã e começou a cantar no rádio. Gravou 17 discos. Teve uma morte polêmica: depois de uma simples cirurgia de varizes sofreu uma parada cardíaca e após 28 dias internada morreu.

Gibe (Flash Memory)

agosto 15, 2011 às 8:05 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Qualquer que fosse o tipo de público para o qual Gilberto Fernandes se apresentasse, ele arrancava boas risadas. Ator, humorista e escritor, Gilberto (ou Gibe, nome artístico) começou sua trajetória no circo e com as chanchadas no cinema. Ele se tornou conhecido nacionalmente na década de 80, no SBT, onde criou e deu vida ao personagem Papai Papudo, como famoso bordão “5 e 60” dito quando o palhaço Bozo lhe perguntava as horas. Ainda na emissora de Silvio Santos, trabalhou na atuação e criação das pegadinhas do “Topa Tudo por Dinheiro”, onde ficou até 2002. Depois, foi para a Rede Globo roteirizar os programas estrelados por Renato Aragão, o Didi. Gibe morreu aos 75 anos, vítima de estenose (estreitamento) cardíaca.

Fiori Gigliotti (Flash Memory)

agosto 11, 2011 às 6:48 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

 

Abrem-as cortinas e começa o espetáculo.” O bordão, inconfundível, era um dos cartões de visita de Fiori Gigliotti, referência na narração esportiva brasileira. Natural de Barra Bonita (SP), Fiori se mudou aos 4 anos para Lins (SP), onde nasceria sua paixão pelo futebol, após colecionar diversas publicações esportivas da época. Entrou para o jornalismo escrevendo textos em uma rádio local. Porém, o desejo era de externar a emoção e os acontecimentos ao público pela própria voz. Já em São Paulo, ganhou uma chance como narrador secundário e repórter de campo da rádio Bandeirantes, em 1952. Uma década depois, já era conhecido em todo o país pelo estilo próprio. Narrador do Brasil que mais esteve em Copas do Mundo (10 no total), passou pelas rádios Jovem Pan e Record, até 2005. Um ano depois, a sua voz se silenciaria com sua morte, por problemas de úlcera e de próstata. Ou como ele diria: o “crepúsculo de jogo.”

Raúl Juliá (Flash Memory)

agosto 10, 2011 às 12:53 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Raúl Rafael Carlos Juliá y Arcelay, mais conhecido por Raúl Juliá, foi um premiado ator porto-riquenho. De família de donos de pizzaria, Raúl acabou cursando a Universidade de Puerto Rico, licenciando-se em arte. A descoberta de seu talento foi pelo ator Orson Bean enquanto Raúl se apresentava em uma boate em San Juan. Com o incentivo, Raúl mudou-se para Manhattan em 1964 e imediatamente conseguiu trabalhos como pequenas atuações. Em 1966, passou a atuar em peças de Shakespeare. Seu sucesso fez com que ele trabalhasse no cinema, onde ficou mais conhecido como “O Beijo da Mulher Aranha” (1985) e o filme de maior reconhecimento, “Família Addams” (1992). Sua saúde fragilizou-se em 1993 com um câncer no estômago, mas ele continuou atuando, fazendo o ativista brasileiro Chico Mendes em “Amazônia em Chamas” (1994).

Claudinho ( Flash Memory)

agosto 5, 2011 às 2:06 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Ao lado do parceiro Buchecha, Cláudio Rodrigues de Mattos venceu as origens humildes em São Gonçalo (RJ) para se tornar uma febre nas paradas de sucesso, com hits como “Conquista” (1996) e “Só Love” (1998). Antes da fama, Claudinho vendeu doces na rua e trabalhou como pedreiro. A parceria com Buchecha, que vinha desde a infância, os colocou na mídia após a vitória em um concurso musical, com o “Rap do Salgueiro” (1995), que lhes rendeu contrato com a Universal Music. E o álbum “Claudinho e Buchecha” (1996), vendeu 1 milhão de cópias, levando-os dos bailes funk do Rio para shows em todo o Brasil. Em 2002, porém, Claudinho morreria precocemente em um acidente de carro quando ia para um show em Lorena (SP).

Zacarias (Flash Memory)

julho 19, 2011 às 6:53 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Zacarias nasceu Mauro Faccio Gonçalves, foi ator, humorista e locutor de rádio. Ficou conhecido do grande público brasileiro e ganhou notoriedade pelo seu trabalho no grupo humorístico Os Trapalhões, no qual interpretava o personagem Zacarias. Nasceu em uma família humilde com 11 irmãos em Sete Lagoas (MG). Antes da fama foi vendedor de sapatos e trabalhou em uma fábrica de café. Começou a carreira no rádio em 1955, na Rádio Cultura de Sete Lagoas, num programa humorístico. Em 1976, após trabalhar na TV Record na “A Praça da Alegria”, Renato Aragão o convidou para o grupo Os Trapalhões. Zacarias era caracterizado pelo jeito infantil e ligeiramente afeminado, pela peruca e pela risada característica. Mauro dizia que “Zacarias” era o nome de um galo que ele tinha na infância, e desde pequeno o chamavam assim. Morreu de uma infecção pulmonar.

Marlon Brando ( Flash Memory)

julho 4, 2011 às 4:16 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Indicado oito vezes ao Oscar de melhor ator, Marlon Brando foi ícone de uma geração inteira . Nascido em Omaha (EUA), teve uma infância conturbada, por conta de seu caráter rebelde. Após se mudar para Nova York, Brando entrou em uma academia de teatro. Em 1944, estreava no teatro com “Um Bonde Chamado Desejo” – a qual interpretaria no cinema, alguns anos depois. O primeiro Oscar viria com “Sindicato dos Ladrões” (1954). Depois de um período apagado nos anos 60, renasceria com o mafioso Don Corleone, em “Poderoso Chefão” (1972), papel mais marcante de sua carreira e que lhe deu sua segunda estatueta. Com uma vida amorosa agitada, reconheceu a paternidade de 11 filhos. Morreu em 2004, por problemas pulmonares.

Rony Rios ( Flash Memory)

junho 14, 2011 às 2:08 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Ronald Leite Rios, mais conhecido como Rony Rios, foi um médico veterinário, comediante e humorista de rádio e TV brasileiro. Nos anos 1960, integrou o elenco de humoristas da TV Rio e TV Record participando da “Praça da Alegria”, de Manoel de Nóbrega. Nos anos 1970 se transferiu para a TV Tupi, na qual integrava o elenco de humoristas da emissora. Participou dos humorísticos “Balança Mas Não Cai”, “Deu a Louca no Show” e “Apertura”. Nos anos 1980 foi contratado pelo SBT e alcançou seu maior sucesso nos programas “Praça da Alegria” e “A Praça É Nossa”, no qual destacou-se por seus papéis da Velha Surda (o mais conhecido de todos), Philadelpho (o Fifo) e o Explicadinho. Além de ator, Rony também trabalhava como médico veterinário e foi presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Rio. Morreu de câncer linfático aos 64 anos.

Agepê (Flash Memory)

junho 9, 2011 às 4:48 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Antônio Gilson Porfírio, mais conhecido como Agepê foi um cantor brasileiro. Seu nome artístico é decorrente da pronúncia fonética das iniciais do nome verdadeiro “AGP”.

Antes da fama, esse carioca foi técnico projetista da extinta Telerj, a que abandonaria para se dedicar à carreira artística. A carreira fonográfica teve início em 1975 quando lançou o compacto com a canção “Moro onde não mora ninguém”, seu primeiro sucesso, regravado posteriormente por Wando. Nove anos depois, lançou o sucesso estrondoso “Deixa eu te amar”, que fez parte da trilha sonora da telenovela Vereda Tropical, de Carlos Lombardi. O disco Mistura Brasileira, que continha esta canção, foi o primeiro disco de samba a ultrapassar a marca de um milhão de cópias vendidas (vendeu um milhão e meio de cópias). A carreira destacou-se por um estilo mais romântico, sensual e comercial, em que fez escola. Foi integrante da ala dos compositores da Portela, contendo um repertório eclético, composto principalmente por baião, e teve no compositor Canário o mais frequente parceiro. Na sua voz tornaram-se consagradas inúmeras composições da autoria, como “Menina dos cabelos longos”, “Cheiro de primavera”, “Me leva”, “Moça criança” dentre outras. O cantor morreu de cirrose aos 53 anos de idade.

Gonzaguinha ( Flash Memory)

junho 1, 2011 às 5:41 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

 

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, foi um cantor e compositor carioca. Gonzaguinha era filho do também cantor e compositor Luiz Gonzaga do Nascimento e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. Fundou o MAU (Movimento Artístico Universitário), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 1970 e em 1971 resultou no programa na TV Globo Som Livre Exportação. Característico pela postura de crítica à ditadura, teve 54 músicas censuradas. Somou grandes sucessos como “O Que É O Que É?”, “Redescobrir” e “Ciranda de Pedra”, sendo regravado por cantoras como Maria Bethânia e Elis Regina. Morreu vítima de um acidente automobilístico em Pato Branco (PR), após um show.

Costinha (Flash Memory)

maio 12, 2011 às 8:32 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Lírio Mário da Costa, mais conhecido como Costinha, foi um humorista e ator brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, Costinha veio de família de cunho artístico: seu pai foi palhaço de circo. Começou sua carreira em 1942, como faxineiro da Rádio Tamoio. Aos poucos virou radioator e participou da primeira versão radiofônica da “Escolinha do Professor Raimundo”. Ganhou fama pelas piadas obscenas e pelas famosas imitações de “bichinha” e gravou vários discos de piadas, sendo os mais famosos os da série “O Peru da Festa”. No cinema, sua participação foi intensa desde os anos 50. Seu tipo franzino e marcadamente de cabelos engomados, era perfeito para papéis secundários e pontas das chanchadas, como “Massagista de Madame” (1959). Na TV fez sucesso em programas como “Chico Anysio Show”. Morreu de enfisema pulmonar aos 72 anos

Renata Fronzi ( Flash Memory)

maio 5, 2011 às 7:27 pm | Publicado em Flash Memory | Deixe um comentário

Renata Mirra Ana Maria Fronzi foi uma atriz que nasceu na Argentina, mas se naturalizou brasileira. Quando criança, mudou-se para Santos . Começou sua carreira na adolescência, como bailarina no Teatro Municipal de São Paulo. Fez diversas peças de teatro na companhia de teatro de Eva Todor, tornando-se conhecida vedete do teatro de revista ou rebolado. Em 1946, estreia no cinema no filme “Fantasma por acaso”. Atuou em diversos títulos do cinema, tendo sido uma das estrelas da Atlântida Cinematográfica. O auge de popularidade de sua carreira foi a personagem Helena, no célebre teleteatro de comédia intitulado “Família Trapo”, na TV Record (Canal 7 de São Paulo, atual Rede Record), em que dividia o palco com Jô Soares e Ronald Golias. Na TV Globo, teve momentos marcantes nas novelas “Jogo da Vida” e “Corpo a Corpo”. Morreu em consequência de diabetes.

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